• Facebook - White Circle
  • Instagram - White Circle
  • Twitter - White Circle
  • YouTube - White Circle

Copyright © 2019 Karina Buhr | by Menu da Música.

Selvática é o terceiro disco autoral solo de Karina Buhr, na sequência de Longe de Onde (2011) e Eu Menti pra Você (2010).

Lançado no final de 2015 em São Paulo e Nova Dehli (Índia), segue em turnê nacional. 

 

De 2011 a 2015 Karina circulou com os shows Longe de Onde e "Secos e Molhados" (com repertório do álbum homônimo de 1973) e em 2014 fez turnê européia passando pelo Palau de La Musica em Barcelona, Madri (El Matadero), Porto, Lisboa, Berlim e Paris.

 

Em 2015 estreou na literatura com Desperdiçando Rima (editora Rocco), livro de poesias, crônicas e ilustrações. Foi autora convidada da FLIP 2015 para mesa com Arnaldo Antunes e mediação de Noemi Jaffe. 

Atualmente apresenta o Sarau Desperdiçando Rima, espetáculo de poesia e música baseado no livro.

 

Em 2012 foi indicada ao VMB nas categorias "melhor disco", "melhor música" e "melhor artista feminino". No 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, ganhou o prêmio de melhor trilha sonora pelo filme "Era uma vez eu, Verônica", de Marcelo Gomes e foi finalista do Prêmio Bravo, entre os 3 melhores shows brasileiros, ao lado de Gal Costa e Marisa Monte. 

No mesmo ano lançou o disco Longe de Onde na Argentina, no Niceto Club, Buenos Aires.

 

Em 2011 entra, pelo segundo ano consecutivo, nos “Top 10″ discos lançados da revista Rolling Stone e se apresenta no lendário festival Roskilde, na Dinamarca.

 

Em 2010 ganhou o prêmio de Artista do Ano da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), figurou entre os “Top 10″ disco e músicas, da revista Rolling Stone, tocou na Womex, feira mundial de música independente, em Copenhague e foi indicada a “artista revelação” do ano no VMB e “melhor cantora” no Prêmio Música Digital. Ainda em 2010 participou do lançamento da Caixa Preta de Itamar Assumpção, com o show do disco “Intercontinental”, com participações de Elke Maravilha e Denise Assunção.

 

Desde 2012, tem coluna autoral mensal, com texto e ilustração, na Revista da Cultura, publicação da Livraria Cultura, onde também lançou, em 2013, coleção de cadernos com ilustrações suas. 

 

Como ilustradora fez  também a Cartilha pela Erradicação do Trabalho Escravo (Secretaria de Direitos Humanos de São Paulo - 2015), o horóscopo 2016 de Susan Miller (Revista Cláudia), o cartaz do festival Rec Beat 2016, um mural no projeto Olho da Rua, na fachada do Sesc Santo Amaro e exposição coletiva com Arnaldo Baptista, Cibelle e Tulipa Ruiz, no Sesc Vila Mariana, São Paulo.

 

Em 2012 criou o fanzine digital Sexo Ágil e desde então lança uma nova edição a cada 8 de março, junto com a designer Camila Fudissaku.

 

Karina começou a tocar percussão e cantar em 1992 no maracatu Piaba de Ouro, integrando depois o maracatu Estrela Brilhante do Recife.

 

Foi integrante da banda Eddie e participou de muitos projetos de outras bandas e artistas como Mundo Livre S/A, Chico Science e Nação Zumbi, DJ Dolores, Antônio Nóbrega, Erasto Vasconcelos, Naná Vasconcelos, Mestre Ambrósio, Cidadão Instigado, Bonsucesso Samba Clube, bandinha de pífanos Zabumba Véia do Badalo, Marina Lima e muitos outros. 

Em 1997 criou a banda Comadre Fulozinha e gravou os discos “Comadre Florzinha” (1999), “Tocar na Banda” (2003) e “Vou Voltar Andando” (2009).

 

São muitas as participações em trilhas sonoras para cinema e teatro como Deus é Brasileiro (Cacá Diegues), O Pequenino Grão de Areia (João Falcão), a peça e o filme A Máquina (João Falcão), Enjaulado (Kléber Mendonça Filho) e Sexta Série (Cecília da Fonte).

 

No ano 2000 passa a integrar o Teatro Oficina, como cantora, atriz e compositora.

De 2003 a 2007 participou da montagem completa de Os Sertões, com temporadas em São Paulo, Berlim (Volksbühne - 2005), Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Quixeramobim e Canudos.